10.8 : A paisagem como organismo produtivo (REALIZADO)

24.08 : Conforto fisiológico de cultivos (REALIZADO)

31.08 : ART = Agricultura Regenerativa Tropical (REALIZADO)

 

A paisagem como organismo produtivo – visão orgânica de Goethe (Realizado)

Sábado dia 10 de agosto
8 a 17 h

Conteúdo

O que vemos nas paisagens? como elas vivem e conseguem evoluir? uma visão orgânica dos processos de vida que sustentam as paisagens produtivas e saudáveis; histórico vivo do ser humano como agente formador e regenerador de paisagens; principais biomas do mundo: olhar atento sobre o trópico e subtrópico; o  Brasil e seus biomas; a savanização das paisagens florestais pelo agribusiness; a agricultura pode se enriquecer com as florestas? ART como agente dessavanizador, formador de paisagens agroflorestais; a residência da água em sistemas vivos e o conforto fisiológico das plantas, dos animais e do ser humano.

 

Conforto fisiológico de cultivos (agricultura/pecuária/florestas/jardins) (Realizado)

Quebra-ventos e o fomento da fotossíntese = produtividade com fitossanidade

Sábado dia 24 de agosto 
8 a 17 h

Conteúdo

Fisiologia vegetal no dia a dia das plantas; a polaridade raiz/copa; nutrição terrestre e nutrição cósmica de plantas; a fotossíntese como espinha dorsal da vida vegetal; acabamento fisiológico e qualidade de origem de um alimento/medicinal/ornamental. Regeneração de paisagens para fornecer conforto fisiológico como “insumo” vitalizante. Importância e função de quebra-ventos. Como projetar quebra-ventos rentáveis? Produtividade ótima x produtividade máxima; o conforto fisiológico em tempos de mudanças climáticas; conforto fisiológico como guia de um manejo sustentável; como perceber ou medir o conforto fisiológico? Experiências concretas de manejo ART.

 
ART = Agricultura Regenerativa Tropical. Implantação e economia (Realizado)

Sábado dia 31 de agosto

8 a 17 h

Conteúdo

Agrosavana ou agrofloresta?… uma escolha inicial; avaliação de diversas biomassas como adubo; a MRF (=madeira rameal fragmentada) comparada a outras fontes de fertilidade; metamorfoses tropicais; a dessavanização (AV+d = adubos verdes + duráveis) como 1º  etapa regenerativa do organismo horti-herbo-fruti-florestal; a regeneração e o manejo de solos tropicais visando uma fertilidade duradoura; desenho, composição e quantificação das faixas florestais fornecedoras de MRF; micro-compostagem de MRF; sinergia tripla: AV+d & MRF & EFL (expontâneas de folha larga); equipamentos para fragmentar/distribuir a MR; o papel dos quebra-ventos no conforto fisiológico; quebra-ventos produtivos; justificativas para as faixas florestais: madeiras de lei, apicultura e nicho/refúgio para inimigos naturais das pragas; agricultura como arte de colher o sol: produtividade pelo consórcio e policultivo; vitalidade do solo e resiliência de paisagens; qualidade de origem de produtos regenerativos; balanço de carbono clima-positivo, a não-emissão de GEE, o mercado de crédito de carbono e a remuneração de serviços ambientais prestados.

Informações adicionais:

  • Facilitação por Manfred Osterroht revezando exposição e conversas. Bastante vivencial.
  • Local: Rua Conde de Irajá, 214 Apartamento 2 (Térreo/Viela);  Metrô: linhas azul, verde e lilás. https://goo.gl/maps/sGwNVPFTQimGd6t59
  • Horário de almoço: diversas opções de restaurante nas proximidades.
  • Valor: Preço sugerido R$ 125,00 por módulo; para Associados e Voluntários R$ 75,00 por módulo. Contribuição solidária: R$ 180,00 por módulo.
  • Apoiadores do projeto pela Benfeitoria (https://benfeitoria.com/cultiveart) podem participar gratuitamente de até dois módulos. Limitado à três vagas gratuitas disponíveis em cada módulo.
  • As vagas são limitadas e confirmadas mediante o envio do comprovante de pagamento (informações enviadas por e-mail após o preenchimento do formulário).
  • Cursos direcionados a pessoas interessadas numa abordagem processual e sistêmica, na metodologia ART e aos que querem se aproximar e trocar nessa rede.